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Finalizando um guerreiro

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Tenho trabalhado num projeto de criação de artes pra um jogo (mais sobre isso em futuros posts). Estou fazendo os concepts dos inimigos. cenários, além da criação e animação de sprites. Aprender tudo isso tá me tomando bastante tempo e por isso me enrolei com a produção de conteúdo. Apesar disso, tirei um dia nessa semana pra dar acabamento de linhas nesse desenho e aproveitei pra registrar o processo em vídeo.

 

Esse personagem não faz parte do jogo em questão, é um desenho pessoal mesmo. Tenho pensado nele fazendo parte do universo do Bruxo que foi ilustração do meu marca-páginas, hehehe. De repente companheiros de aventura, não sei. :)

Eu ainda estou trabalhando em cores pra ele, então posto novamente quando terminar essa etapa!
Até lá!

Feito, não perfeito

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O artista Jake Parker publicou em suas redes sociais ontem um vídeo muito inspirador, chamado "Feito, não perfeito". Foi algo que eu sinto que precisava ouvir e acho que muitas outras pessoas gostarão de ouvir, por isso traduzi o texto do vídeo pra português pra torná-lo mais acessível. :)


"Feito, não perfeito.

Eu quero que você repita esse mantra: feito, não perfeito.
Concluir algo é muito mais importante do que ter algo que é perfeito, mas inconcluído.
Uma das melhores formas de se de aprender a fazer algo é simplesmente fazendo-o.
Se você quer desenhar quadrinhos, vá desenhar quadrinhos.
Se você quer ilustrar um livro, vá ilustrar um livro.
Se você quer ser um concept artist para filmes, comece a desenhar personagens e ambientes para um filme de animação fictício.
O importante é que você faça algo e conclua.
O projeto finalizado provavelmente será ruim, mas não é isso que importa. O que importa é você ter a habilidade de pegar uma ideia e desenvolvê-la do começo ao fim.
Se você se preocupar com perfeição ou em ser bom, daqui a um ano você vai odiar qualquer coisa que fizer perfeitamente agora.
Você não vai gostar porque seguiu em frente e melhorou.
Então porque se pressionar a ser perfeito agora se você sabe que naturalmente será melhor no futuro?
O mundo quer e precisa de pessoas que concluem coisas.
Então lembre-se que uma parte de se tornar um artista fantástico é ter a habilidade de concluir algo."

Jake Parker - traduzido por Joyce Carmo com autorização do autor.
--

Mr. Jake Parker (Tumblr) - Finished not Perfect
Jake Parker Art (Facebook)

Trocando em miúdos, precisamos nos focar muito mais no processo de fazer e concluir ciclos do que na qualidade desse resultado. A qualidade vem com o tempo, com a repetição, com a assimilação de novas técnicas e coisas que teremos habilidades de reproduzir ao longo do aprendizado. Mas só vamos aprender fazendo! Não tem tutorial mágico que vá te ensinar a desenhar, se você mesmo não sentar e desenhar uma porção de coisas pra aprender.

Então vambora estudar e fazer mais coisas, e coisas acabadas!

Até a próxima! :)

Fanarts de Enter the Gungeon

terça-feira, 17 de maio de 2016

Outro vídeo em time lapse de uma sessão de rascunhos. Uma fanart do personagem The Convict, do jogo Enter the Gungeon. Tô meio viciada nesse troço ultimamente, hehe.


O outro personagem dessa série que eu já rabisquei foi o Marine. Eles são os meus favoritos, embora eu jogue também com a Hunter.


Rascunhando - Cavaleiros do Zodíaco

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Entre o fim do ano passado e o início desse eu reassisti toda a série clássica dos Cavaleiros do Zodíaco e dos Cavaleiros do Zodíaco - The Lost Canvas. Até o filme em CGI (A Lenda do Santuário) entrou na lista e tenho que dizer que curti muito.



Enfim, vez ou outra estou fazendo exercícios de rascunho em formatos definidos pra ver como me saio. Alguns dos meus objetos de estudos recentes tem sido os protagonistas da série. Comecei com o Shiryu (meu favorito, ai ai ai! <3) e hoje fiz o Seiya. Aproveitei a disposição e gravei um vídeo do processo, que disponibilizo a seguir em super velocidade. Foi aproximadamente uma hora, acelerada para quase cinco minutos!

Making of Alexandrite - Pintura Digital

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Ei, pessoal! Nos últimos dias tenho ficado mais quieta nas redes sociais, sem publicar muito no Instagram, Tumblr ou aqui. O motivo disso é que tenho dividido meu dia entre estudos e esse projeto de pintura sobre Steven Universe.

Eu já tenho todas as fusões do desenho rascunhadas e estou trabalhando nas finalizações. Como disse em posts passados, vinha tentando gravar outros processos de acabamento digital, e dessa vez eu consegui registrar todo o processo, desde as cores chapadas até a renderização final!

Então, sem mais enrolação, deixo com vocês o imenso (que poderia ter sido muito maior, se não fosse um time lapse) vídeo de acabamento da Alexandrite, uma das fusões de Steven Universe.



Espero concluir esse projeto na próxima semana, e aí sim começarei a postar as ilustrações nas redes e farei um post mais detalhado sobre isso também no Caixola! Nesse meio tempo, sei que não estou descrevendo nada sobre os passos pro acabamento dessa ilustração, mas fiquem a vontade pra usar os comentários para abrir discussão a respeito. :)

Obrigada pela visita e até a próxima!

Vídeo de rascunho digital

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Ontem tentei mais uma vez gravar minha tela enquanto pintava um desenho no Photoshop. Minha intenção era mostrar outras etapas do meu processos de trabalho, como disse que faria quando publiquei sobre lineart digital há umas semanas atrás. Mas o software que eu estava usando não tava muito a fim de me ajudar e, embora eu tenha recomeçado a pintura três vezes pra gravar o processo todo, no fim não deu certo.

Quando chegou mais a noite, decidi tentar outro software, mas pra não correr o risco de me frustrar gravando um processo longo pra depois dar problema de novo, me gravei rascunhando coisas sem compromisso.



Até agora tudo funcionando de boa. A qualidade do vídeo é bem melhor do que do gravador anterior, mas também esse arquivo aí tinha quase nada de camadas, embora fosse formato A4 300dpi. Vou tentar de novo gravar outros processos, mas por enquanto só tem essa coisinha aí. Desculpem por isso, hehehe!

Obrigada por verem e até a próxima!

Truque para lineart digital

domingo, 2 de agosto de 2015

Há uns dois anos atrás eu estava aqui, fazendo tutoriais sobre meus processos de criação digital. No conjunto de posts pra essa sequência tinha um dedicado exclusivamente à lineart (ou digital inking). Na ocasião, ainda fazia uso de uma mesa digitalizadora da Genius (Mousepen 8x6) e trabalhava somente no Photoshop, por isso tinha uma visão unilateral do processo. Agora que dei upgrade pra mesa Wacom, experimentei outros softwares, aparatos, e também com a prática acumulada, acho que tenho um complemento a fazer pro conteúdo do post antigo.


Mesmo depois desses anos, ainda rege o fato de aprender a trabalhar com grandes formatos, em 300 dpi e conhecer a pressão da sua mesa. Isso facilita pra ter linhas mais bonitas (no caso da resolução) e entender qual tamanho de brush você precisa ter pra trabalhar seus traços (no caso da pressão da caneta). Mas além disso, acho importante entendermos que a mídia digital existe pra ajudar a solucionar alguns problemas mais complicados de serem resolvidos na mídia tradicional. O que eu quero dizer com isso é pra aprendermos a fazer bom uso dos recursos digitais em prol de um processo mais natural e bem elaborado.

Deem uma olhada no vídeo do acabamento do desenho acima:



Acho que vocês puderam reparar que a minha lineart está separada em várias camadas. Adquiri esse hábito de criar a lineart em seções, pois assim temos maior liberdade com áreas do desenho que sofrem sobreposição. No acabamento das linhas de elementos sobrepostos em um desenho, por vezes é preciso ter um traço interrompido. O que pode acontecer, se você não estiver trabalhando com camadas, ou estiver trabalhando à mão livre com mídias tradicionais, é você ter dois traços que não parecem pertencer à mesma linha, mas que em teoria deveriam. No meio digital, a solução pra isso é: traçar em camadas diferentes, depois apagar a parte do traço que não deveria aparecer. Fazer um traço contínuo é muito mais natural e objetivo do que traçar, parar e depois tentar retomar a continuidade daquele traço na outra parte do desenho.

Lineart tradicioinal e... ooooooops, quase! Tá vendo ali no cogumelo? Nesse dia eu senti falta de curvas francesas.

Aí alguém pode vir e falar: "Ah, mas quanto mais camadas eu tiver no meu arquivo, mais pesado ele fica". Isso é a mais pura verdade, mas precisamos aprender a trabalhar com um conceito que o Matt Kohr (ctrl+paint.com) chama de "Camadas Temporárias", que consiste em: quero fazer uma coisa nova, não sei se vai ficar bom. Faço em uma nova camada, se ficou ruim, apago. Se ficou bom, mesclo nas camadas abaixo. Ele usa isso pra pintura digital, mas pode-se fazer também com a lineart. O cabelo do seu personagem sobrepõe os olhos? Desenhe os olhos lindamente, trace os cabelos em uma nova camada, apague a parte dos olhos que deveriam estar ocultas. Simples assim.

Lineart completa pra um desenho que estou fazendo do meu irmão, hehehe.

Esse vídeo eu gravei muito mais como teste de hardware e software do que com "propósitos educacionais", por isso ele tem alguns problemas de edição e qualidade. De qualquer forma, como andei revisitando esses tutoriais antigos, achei que valeria a pena compartilhar um pouco de processo com vocês.

Espero que tenham curtido e prometo tentar gravar outras etapas de criação. Torçam pra que funcione! Forte abraço e até breve. :)

De volta a partir de agora

segunda-feira, 13 de julho de 2015

e por tempo indeterminado. O que isso quer dizer? Quer dizer que o trabalho que eu vinha exercendo ao longo dos últimos oito meses acabou (infelizmente) e desde o dia 1º de julho estou em casa.

Eu não sei se com o meu sumiço desde abril vocês se perguntaram o que aconteceu, mas vou contar um pouquinho. No final do ano passado, eu me formei na Ufes pra assumir um cargo como artista generalista 2D júnior em um estúdio de jogos aqui do Espírito Santo.

Lá, atuei como ilustradora, criando personagens, elementos de cenário e pequenas animações pra um projeto educativo do Rio de Janeiro, que se chama Clubinho Salva Vidas, além disso, pude me envolver em outros projetos paralelos da empresa que foram super legais. Esse foi, sem sombra de dúvida, um período fantástico na minha vida, de muito crescimento, aprendizado, boas amizades e paixão pelo trabalho. Por isso o "infelizmente" comentado entre parênteses ali em cima, ao dizer que acabou.


Coleção de vídeos disponíveis do projeto Clubinho Salva Vidas de Eliandro Canto, nos quais tive participação como artista 2D durante o período que fui colaboradora na Interama Tecnologia Interativa.

Agora que estou disponível em casa, minha atenção se volta novamente aos meus estudos (e olha, tem é coisa pra estudar) e aos trabalhos freelancer, e isso significa voltar a movimentar o Caixola, que é, antes mesmo de Rodentia nascer, o meu principal projeto pessoal. Escrever aqui sobre minhas experiências e desenvolvimento, compartilhar essa conversa com vocês, leitores e amigos, é o diário que registra o meu crescimento. Nesses últimos meses de trabalho eu sinto que consegui crescer muito, mas perdi a oportunidade de registrar.

Então convido vocês para virem comigo recuperar esse contato perdido, enchendo a Caixola de coisas bacanas e novas, aproveitando o tempo que temos disponível até que surja uma nova oportunidade de trabalho! Vambora? :D

Abraços a todos e até o próximo post!

Experiências Digitais pt.2

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Dessa vez não tem processo, não tem passo a passo, nem nada. A exemplo do que fiz no ano passado com aquelas pinturas digitais de tubarões, pintei esse personagem todo em uma única layer, sem rascunho prévio, começando com uma forma oval básica e inserindo novos elementos nela.

Mergulhador cartoon. Não, não é o Finn de Hora de Aventura, hehehe!
Detalhe. Não tem como ficar maior do que isso, porque apesar de ser 300 dpi, o desenho é pequeno em centímetros. ^^"
A inspiração pra execução desse estudo veio do Ctrl+Paint.com, um site criado pelo artista Matt Kohr para o ensino de pintura digital que tenho visitado esporadicamente desde o ano passado. Além de video tutoriais sobre técnicas de pintura no Photoshop, ele aborda fundamentos básicos do desenho, como composição, perspectiva, uso de referências, até ergonomia e questões relativas ao hábito de desenhar! O melhor de tudo: 0800. Isso aí, a tutoria é toda gratuita!

Com vocês, o Ctrl+Paint.com!

Existe uma lojinha no site com alguns tutoriais mais aprofundados também, com o custo de 10 dólares por curso. Nunca comprei nenhum, então não posso assegurar que o conteúdo é bom. Mas tirando por base os vídeos de tutoria gratuitos, diria que devem valer a pena, principalmente como forma de incentivo ao artista para que possa continuar publicando conteúdo. :)

Agora vem a parte chata... tá tudo em inglês. Texto e narração. Mas pensem pelo lado bom: é uma ótima oportunidade pra aprimorar o listening! :P

Então é isso aí! Preparem seus Photoshops, suas mesas digitalizadoras, abram o Google Translate e divirtam-se! Bons estudos e mãos à obra!

Frozen - Uma aventura congelante

domingo, 12 de janeiro de 2014

Da esq. para a dir.: Sven, Kristoff, Olaf, Elsa, Anna e Hans. :)
Ah, 2014 chegou! E junto com ele algo que aguardei ansiosamente por um ano inteiro: Frozen - Uma aventura congelante, o novo filme de animação da Disney. Esse filme está provocando furor pelo mundo, e há quem diga por aí que é o maior sucesso da Disney desde O Rei Leão. Se é ou não, não sei dizer, porque não acho que a natureza dos dois filmes possa ser comparada diretamente (somente talvez em termos rentáveis para os estúdios Disney...), mas eu sei de uma coisa: Frozen é apaixonante!

Não é do meu feitio fazer revisões de filmes, porque não me considero uma pessoa de crítica pra isso (me empolgo muito fácil, me deslumbro mais fácil ainda...), mas não posso deixar passar esse momento de empolgação que estou vivendo desde que entrei na sala de cinema na última quarta (08/01).

Advirto aos mais esquentadinhos com relação a spoilers que tentei não entregar muitas informações cruciais da história, mas saibam que existem alguns fatos relatados aí. Então, só pra quem tá por fora do assunto entender do que vou falar, vou postar uma sinopse:


A caçula Anna (Kristen Bell/Gabi Porto) adora sua irmã Elsa (Idina Menzel/Taryn Szpilman), mas um acidente envolvendo os poderes especiais da mais velha, durante a infância, fez com que os pais as mantivessem afastadas. Após a morte deles, as duas cresceram isoladas no castelo da família, até o dia em que Elsa deveria assumir o reinado de Arendell. Com o reencontro das duas, um novo acidente acontece e Elsa decide partir para sempre e se isolar do mundo, deixando todos para trás e provocando o congelamento do reino. É quando Anna decide se aventurar pelas montanhas de gelo para encontrar a irmã e acabar com o frio.

Fonte: Adoro Cinema

Em primeiro lugar, o que me agradou muito nesse filme foi o foco, que desta vez não é tão grande em amor romântico, e sim em amor fraternal. Acho que isso de certa maneira fugiu da fórmula básica "principe + princesa = romance " que a Disney sempre apresenta, algo que certamente me agrada muito. Não é que não tenham formas diferentes e inusitadas de se tratar esse tema (como por exemplo em A Princesa e o Sapo), mas é uma coisa meio batida mesmo e fugir desse eixo sempre pode deixar tudo mais legal!

Quanto aos personagens, todos são muito legais, e na maior parte do tempo vigora aquele tom cômico bem característico da Disney. A princesa Anna é uma figura, e junto com o Kristoff, Svan e o boneco de neve Olaf, a comitiva principal da aventura do filme fica muito engraçada!


Quando falamos em filmes de animação da Disney, um dos pontos que sempre se espera é a presença de muitos musicais, e Frozen foi, na minha humilde opinião, fantástico nesse sentido. Olhando ambas as trilhas sonoras, Frozen parece ser quase tão musical quanto Pocahontas, que se apresenta uma obra prima musical, de acordo com algumas versões de capas do DVD original. ^^"

Infelizmente os cinemas só adquirem cópias dubladas de filmes de animação, o que é compreensível, pois são produtos voltados para o público infantil, mas o meu infelizmente vai pro fato de que 1) gosto muito de musicais da Disney, 2) gosto das músicas originais (não versões) e 3) tenho o costume de assistir tudo com áudio original. Então cada música que começava no filme eu ficava imaginando: Como seria essa música no original, como são as vozes das personagens? E me dava tristeza saber que mesmo que eu quisesse pagar o cinema de novo não tem cópia legendada pra assistir. :/

Apesar disso, achei que as músicas foram bem interpretadas (quando cheguei em casa fiz questão de ver cenas e arrumar a trilha sonora original pra ouvir) e não teve nenhuma bomba no elenco de dubladores (entendam: Luciano Huck dublando o Flynn Rider em Enrolados. Pra mim isso é o fim da picada). O único ator brasileiro que fiquei sabendo participou da dublagem dessa vez foi o comediante Fábio Porchat, e achei que a interpretação dele do boneco de neve foi muito legal. :)


Voltando às músicas, não posso deixar de dizer que o ponto alto do filme é o momento "Diva" protagonizado pela Princesa/Rainha Elsa, não só pelo que ele significa no contexto da história, mas também pela música em si, pela animação da personagem e pelo belo "video clipe" que a cena rende no fim das contas.


Acho que vale ainda dizer que talvez respirar o universo de Frozen tenha sido o pontapé que eu estava precisando pra me inspirar um pouco, já que saí do cinema com vontade de desenhar, criar e experimentar. Tanto é que fiz uns três rabiscos da Elsa nos últimos dias. Depois posto com calma. :)

O filme em si tem uma história redondinha, com bom encadeamento nos acontecimentos. Assisti só uma vez, mas não teve nenhum momento que eu pensei: caramba, isso não acaba mais? Pelo contrário, quando acabou eu gostaria que tivesse mais... Mas, apesar da história redondinha, acho que se a Disney tivesse uma boa cabeça dava pra fazer mais histórias dentro do universo. Eu mesma, que não sou uma pessoa de histórias, pensei em mais três possibilidades, mas não vou contar pois poderia vir a estragar a surpresa de quem ainda não assistiu. ^^"

Bom, só posso dizer que não aguento de ansiedade pelo lançamento do DVD, pra poder rever e dessa vez legendado! Também acho que gostaria de comprar o art book, pois a artista que criou alguns concepts das princesas Elsa e Anna é muito talentosa e tem um estilo muito fofo (deem uma olhada em Brittney Lee).

Por fim fica a indicação: assistam Frozen, se possível em 3D, porque vale a pena pelos efeitos.

Créditos das imagens: Frozen Website Official

Os ratos - processo criativo

terça-feira, 19 de novembro de 2013

O processo de criação dos ratinhos está sendo um trabalho bastante complexo. Digo que ainda está sendo, pois os desenhos que tenho agora são só early concepts (ou conceitos iniciais), como dizem no meio de concept art (arte conceitual). Ainda não tem nada definido do aspecto visual dos ratos, ainda não me sinto 100% confiante na minha representação da espécie e das subespécies, ainda não sei se todos os personagens serão assim, etc.

Criar o primeiro ratinho não foi tarefa fácil também. Pra começo de conversa acho que nunca tinha desenhado um rato de verdade, nem de observação. Então a primeira dificuldade que encontrei foi saber como era um rato. Foi aí que cheguei à conclusão de que a primeira coisa que deveria fazer era tentar desenhar um. Fui no Google, pesquisei por hamsters (porque fiquei com medo do que encontraria sobre ratos nos resultados das pesquisas), escolhi uma imagem qualquer e fiz um desenho de observação.

Não ficou necessariamente bom, mas deu pro gasto e foi legal!

É claro que um estudo só não seria o suficiente pra que eu me tornasse uma expert em ratos, mas me deu a clara noção dos desafios que enfrentaria pra poder criar meus personagens. Meu segundo passo foi pensar: qual tipo de antropomorfização a minha história irá seguir? É nessa hora que a gente tenta vasculhar a memória em busca de todas as histórias que já tenhamos assistido que tivesse um rato antropomorfizado. Facilmente me vieram à mente: Mickey Mouse, Tom & Jerry, Bernardo e Bianca e O Ratinho Detetive. 

Aqui já é possível perceber diversos níveis de antropomorfização nos personagens.

Pra minha sorte existe aquele perfil do Pinterest (Character Design References), e nele um painel dedicado somente aos personagens antropomórficos, então não só encontrei referências e model sheets dos personagens dessas histórias que falei, como vários outros concepts de ratos e demais bichos que pudessem ser interessantes. Fiz então um painel pra mim, com as referências que achei mais legais sobre ratos e roedores antropomorfizados.

É sempre bom poder olhar como outros artistas conseguiram resolver um determinado problema de desenho. No caso da antropomorfização dos ratos, pude ter uma noção do nível de abstração da forma animal rumo à forma humana, ou o quanto se mantém a forma animal, mesmo diante de comportamentos humanos, e em casos nos quais os ratos tinham roupas, deu pra ver como as peças se comportam no animal, por exemplo. Essa parte da pesquisa é sempre muito rica e inspiradora!

Mais variações na antropomorfização. Esse tipo de pesquisa deixa a mente bombando
de ideias! Para acessar minha coleção podem clicar aqui!

Outra peça fundamental da minha história são as armas, armaduras e roupas. Tenho tentado desenvolver elementos exclusivos, que confiram uma identidade aos meus designs de personagem para essa história, mas por ser também uma história de fantasia, ambientada em um estilo Terra Média, ou qualquer coisa Medieval, não poderiam faltar túnicas, espadas, armaduras, cajados. Mais uma vez recorri ao Pinterest, e fiz uma coleção de referências visuais para essas peças de vestuário. Ainda tenho muita dificuldade pra desenhar esses elementos, mas aos poucos, com muito exercício, tenho certeza que vou desenvolver melhor esse lado.

Referências de armaduras. A minha coleção pode ser vista aqui, mas tem esse outro painél que sigo com uma riqueza muito grande de imagens!

Mas só olhar o que outros artistas haviam feito pode parecer um pouco de comodismo. Além disso, de certo modo é muito melhor que você mesmo tenha poder de observar o objeto de estudo e tirar também suas próprias conclusões pra resolver seus desenhos pois é assim que o aprendizado ocorre da melhor maneira. Bom, não sou das maiores fãs de ratos. Nunca tive coragem nem de pegar um hamster na mão. Então com certeza não compraria um rato ou hamster, no máximo compraria um porquinho da índia! XD 

Seria ótimo se eu tivesse um bichinho pra ficar observando os movimentos, as manias, como ele come, senta, e tudo o mais, mas não tenho tempo, nem paciência, nem recursos financeiros pra cuidar de bicho no momento, então foi hora de visitar o Google mais uma vez, afinal a internet tá aí pra isso, né?

Achei um site desses tipo banco de imagens, procurei por ratos e montei no meu perfil do Pinterest um painel só com imagens de ratos, visando reunir fotos com exemplos de cores de pelagem, posições diferentes da cabeça e do corpo: em pé, sentado, preso à alguma coisa, se relacionando com um objeto ou com outro rato, etc. Dessa forma, tenho referências visuais reais (fotos) e idealizadas (desenhos e personagens) para me ajudar a resolver os meus desenhos.

Tem um monte de ratinhos fofinhos. Acessem o painél aqui :P

Acham que acabou por aí? Naaaaaada! Esses dias já descobri outra animação que tem ratos como personagens principais: O Corajoso Ratinho Despereaux! Próximo passo: fazer laboratório com esse filme, hehehe! Assisti, procurei arte dele na internet, enfim, estou me inspirando e procurando elementos, poses interessantes que possam me ajudar a desenvolver melhor os meus próprios desenhos, até chegar em algo que eu ache que representa bem o que estou procurando pra minha história!

Character designs para o filme O Corajoso Ratinho Despereaux, do artista Alexei Nechytaylo.

O que eu acho de mais legal nisso tudo é que tenho motivos de sobra pra estudar um bocado de coisas, e tentar continuar adentrando em terras desconhecidas! Espero conseguir me desenvolver muito com esse projeto e que ele continue prosperando bastante.

Curiosidades finais:
  1. Pesquisando imagens de ratos na internet descobri que os bandidinhos podem ser extremamente fofos. Acho que tenho uma imagem ruim e preconceituosa desse animalzinho, mas ainda assim não teria um de estimação! Hehehe.
  2. Dois dias depois que fiz esboço do texto desse post, o artista Will Terrell publicou um vídeo no YouTube muito esclarecedor sobre a criação de desenhos com referências. Percebi que o meu processo criativo tem algo do que ele considera ideal, mas ainda está longe de ser igual ao que ele relatou. ^^” Deixo o vídeo como bônus pra vocês. :)


Bom, é isso! Esse é basicamente o caminho que percorro nas minhas criações. Espero que possa ajuda-los a trilhar o seu próprio caminho! Qualquer dúvida, adição, os comentários estão em aberto!

Adição: Seguindo a sugestão da Nane (Cappuccino com Nane chan), deixo aqui o link para acesso à galeria dos personagens que criei.

Galeria de Rodentia

Até a próxima.

Proko TV

terça-feira, 23 de julho de 2013


Talvez já tenha comentado com algumas pessoas que lêem o Caixola sobre Stan Prokopenko, artista Ukraniano/Americano que está a frente do canal Proko TV, veiculando pelo YouTube diversas lições de desenho pelo método do Andrew Loomis.

Ele começou tudo do básico, falando primeiro da estrutura da cabeça, as divisões proporcionais, depois falou sobre a construção dos elementos em separado (olhos, nariz, bocas e orelhas). Nessa ocasião eu já havia, inclusive, começado as aulas de desenho de anatomia na Ufes e os vídeos do Proko TV complementavam muito bem o que o professor havia discutido na sala de aula, reforçando meu aprendizado.

O semestre passou, as coisas começaram a ficar corridas, o foco ficou diferente e acabei parando de acompanhar os vídeos semanalmente. Agora, o que antes eram lições abertas a todos, tomaram forma de um DVD para ser comercializado e hoje ele continua fazendo videoaulas para todos, mas existe um conteúdo adicional bem elaborado somente para quem está disposto a pagar. De qualquer maneira, os vídeos gratuitos continuam ótimos e com informações suficientes pra sanar algumas dúvidas, ou ajudar alguém a dar um pontapé inicial em algumas áreas do desenho artístico.

Domingo, quando abri minha conta do YouTube, dei de cara com um desses. :) Depois de cobrir vários aspectos da figura humana, ele finalmente começou a dar lições de desenhos gestuais!


A única desvantagem é que está tudo em inglês. Existe o closed captions do YouTube, talvez até role uma tradução "Tabajara" pro português, mas independente disso vale a pena assistir. :D Já saíram também outros vídeos da série de desenhos gestuais, que podem ser encontrados nessa lista de reprodução.

Fica a dica! :P

Caneta Gel

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Passeando pelo YouTube uns dias atrás, assisti a um artista chamado Will Terrel falando sobre seu kit básico para desenho.

Will Terrel - Drawing Supplies parte 1. O gatinho dele é uma graça! :P

Como já conhecia alguns dos Brush Pens que ele demonstrou, o material que mais me chamou a atenção foi uma caneta em gel com tinta branca. Já tinha visto outros artistas utilizando tinta branca, mas não sabia que era uma simples caneta gel.

Agora que estou novamente experimentando com tinta nanquim (com as Brush Pens e tal), tive vontade de brincar com esse material. Nesse dia fiquei que nem doida caçando a caneta pra comprar na internet, sem encontrar nem sinal da bendita! Por acaso, no dia seguinte, meu amigo Bis me mostrou um desenho no qual ele usou uma caneta com tinta gel branca sobre nanquim, e foi então que eu descobri que a caneta era vendida nas papelarias daqui. Comprei uma e testei no mesmo dia!

Desenho em papel reciclado, finalizado com canetas diversas:
Uni Pin Fineline 0.1 e 0.2, Sakura Pigma Brush, Tombow Dual Brush
e Uni Ball Signo com gel branco.


Foto da caneta Uni Ball Signo White Gel, caso alguém queira procurá-la no mercado.
Na Grande Vitória essa caneta me custou R$ 6,90

Achei a experiência bem bacana, embora algumas partes tenham ficado menos decentes do que outras. Faz parte de aprender como o material funciona. Estou trabalhando pra experimentá-la sobre lápis de cor e lápis de cor aquarelavel também. Aguardem cenas dos próximos capítulos.

Não deixem de assistir a parte 2 do vídeo, pois nela ele demonstra com um rascunho rápido algumas das suas canetas, comentando pra que acha boa cada uma delas (infelizmente o vídeo é narrado em inglês, mas pode ser que o YouTube ofereça aquelas legendas malucas, nem sei), o que pode sanar a curiosidade de muitas pessoas antes de entrar na empreitada de comprar materiais.

Até a próxima, pessoal

Thor - The God of Thunder (Nintendo DS)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012



Quando um console chega próximo ao fim de sua jornada, começam os lançamentos pífios, geralmente títulos de fílmes, animações e jogos infantis toscos. Infelizmente, pra mim e pra quem tem o Nintendo DS Lite/DSi, já chegou essa época. São pouquíssimos os jogos que serão lançados daqui pra frente que são títulos de peso.

Thor - The God of Thunder é um exemplo disso. O filme, lançado no início do ano passado, ganhou adaptação multiplataforma, incluindo o DS, em Maio de 2011. A aventura para o portátil é um beat'em up sidescrolling em 2D, no qual você assume o papel do filho de Odin em uma sequência de eventos que são desencadeados por uma invasão de Trolls em Asgard. Apesar dos personagens e do semelhante episódio da invasão de Asgard, a história não segue a mesma do filme, e Thor se deixa conduzir por Loki por uma série de eventos que o levarão aos mundos da mitologia nórdica, como Vanaheim e Niflheim.


Seguindo as características marcantes do herói, Thor não se defende, seu pulo é flutuante e ele luta com o auxílio de seu martelo, Mjolnir. É possível dar golpes especiais de trovões, bater no chão para espallhar os inimigos, quebrar pilastras e jogá-las contra eles, voar de uma tela pra outra, dar combos aéreos e atirar o machado. Esse último recurso, é muito útil, mas pode se tornar uma desvantagem se a tela estiver cheia de Trolls, já que sem o Mjolnir na mão, Thor não executa nenhuma ação de ataque. Cada um dos tipos diferentes de inimigos do jogo, sucumbem a um tipo de ataque específico, e a ausência de variações no combo principal acabam fazendo com que a jogabilidade se torne enjoativa rapidamente.


A arte de maneira geral é muito boa. Os desenhos dos personagens seguem as características dos atores que os representaram no filme, a animação dos sprites é bem fluida, e os efeitos especiais dos golpes e cenários, muito bem desenvolvidos. Existe uma galeria para visualização de artwork com os portraits dos personagens. Conforme vão sendo exibidos no jogo, novos portraits ficam disponíveis para apreciação. Isso foi um extra muito bem vindo, pois são desenhos muito bonitos e bem pintados (e eu sou fã de artwork de jogo).


As fases não apresentam muito mistério, não existem quebra-cabeças (pelo menos não na altura do jogo que estou), mas os inimigos são numerosos e podem dar muita dor de cabeça. Uma das coisas que acaba irritando profundamente é a presença de uns dispositivos que atiram bolas de energia na direção do jogador. Eles não são tão difíceis assim de esquivar e matar. O problema é que o pulo de Thor, como já disse, parece um voo, portanto sua física é diferente. Particularmente, preferiria que ele pudesse pular duas vezes (double jump - pula e no ar dá outro pulo) ao invés desse pulo flutuante que ele tem, porque acaba atrapalhando muitas vezes. Os chefes são o arroz com feijão de jogo sidescrolling (tipo Castlevania). Estudando seu ciclo de ações, fica fácil acabar com ele, basta observar e descobrir quando contra atacar.

Ainda não cheguei ao final do jogo, mas pelo save do meu irmão, imagino que não seja muito extenso (ele é meio viciado, eu sei, mas zerou com 4h 30m). Por conta da sua divisão em capítulos e atos, dá pra jogar relativamente rápido. O save automático contribui, principalmente por ser um jogo para portátil.



De maneira geral, acho que o jogo perde um pouco pra Spiderman: Shattered Dimensions, por exemplo, que tem uma animação mais dinâmica, e muito mais ações e combos pra se fazer, mas ainda assim Thor: The God of Thunder é um bom título pra DS, que funciona como uma quebra na minha opinião de que todo jogo de filme é ruim. Me surpreendeu bastante e estou gostando de jogá-lo.

Pra quem curtiu e ficou curioso, vou deixar um bônus:

Download: Thor - The God of Thunder

Workshop de Stop Motion

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Neste último mês do ano de 2011, o NIC (Núcleo de Interfaces Computacionais, o qual sou bolsista pelo CNPq) está promovendo um curso de Design de Interação. Nas duas últimas aulas contamos com a presença do designer gráfico Fábio Caparica, que dentre inúmeras atividades que desempenha, trabalha também como produtor de animação stop motion.

Ele teve a bondade de nos oferecer uma palestra sobre seu trabalho e um workshop, no qual contou os processos de uma produção e nos mostrou os programas utilizados no processo.

Sempre pensei que animação stop motion era uma coisa fenomenal, pra ser feita com muita paciência e tempo. Na palestra isso só se confirmou! Apesar da existência de uns softwares que tornam o processo um pouco menos absurdo, dando uma mãozinha tecnológica, não é mole fazer animação assim, na unha, não! Só me leva a valorizar ainda mais esse tipo de produção!

Uma pequena amostra do modo "Se vira nos 30" que tivemos que bolar pra fazer uma experiência! xD





E o vídeo que essa experiência maluca gerou:

Mais referências

terça-feira, 6 de setembro de 2011

As discussões de ontem sobre a arte conceitual do jogo que estamos desenvolvendo nos levaram ao Dad 'n Me, graças ao Castle Crashers, mas não foi a única referência que estudamos!

A referência que vou mostrar agora é o que chamam na internet de old, but gold. É uma animação de um artista da linha pixel art chamado Paul Robertson. Ela simula a linguagem dos clássicos beat 'em up, com direito a namorada raptada e tudo! Conheci isso tem quase uns dois anos e nunca esqueci. Sem mais blablabation vai aí o link pras duas partes da animação no YouTube.

Pirate Baby's Cabana Battle Street Fight (Parte 1 de 2)

Para assistir à segunda parte, clique aqui!

Até a próxima!

As coisas que a gente lembra...

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Sempre na hora das refeições, quando estou junto com meu irmão, as discussões e coisas que nós lembramos são as mais variadas possíveis. Dessa vez foi A Espada era a Lei da Disney, com a música That's what makes the world go round. A letra é muito bacana e a música nostálgica! O Merlin é sem dúvida o personagem mais divertido do filme!


A letra:

From: The Sword in the Stone
Written by: Richard Sherman and Robert Sherman
Performed by: Karl Swenson [Merlin]

Left and right
Like day and night
That's what makes the world go round
In and out
Thin and stout
That's what makes the world go round

For every up there is a down
For every square there is a round
For every high there is a low
For every to there is a fro
To and fro
Stop and go
That's what makes the world go round

You must set your sights upon the heights
Don't be a mediocrity
Don't just wait and trust to fate
And say, that's how it's meant to be
It's up to you how far you go
If you don't try you'll never know
And so my lad as I've explained
Nothing ventured, nothing gained

You see my boy it's nature's way
Upon the weak the strong ones prey
The human life it's also true
The strong will try to conquer you
That is what you must expect
Unless you use your intellect
Brains and brawn, weak and strong
That's what makes the world go round

Até a próxima!

Talento não se discute!

terça-feira, 16 de agosto de 2011


Simplesmente GE-NI-AL!

Conferi outros vídeos do cara no canal. Os arranjos que ele faz da música de Jaspion e do Top Gear são sensacionais também. Vale muito a pena!

=== SUPER EDIT ===


Vou aproveitar pra colocar a contribuição do meu colega Hideki, que sugeriu olhar o canal desse outro talento musical!


Boto muita fé em pessoas que usam seus talentos pra tocar músicas de jogos e afins! *_*

Até a próxima!

Stop Motion Animal!

sábado, 13 de agosto de 2011

Um amigo postou ontem no Twitter uma animação em stop motion muito bem produzida. Fui futucando o trabalho do artista e descobri um blog no qual ele posta sobre os processos de produção.

Pra qualquer um que aspira trabalhar nessa área e para os curiosos como eu, que simplesmente admiram um trabalho bem feito, vale a pena conferir!

Street Fighter stop motion: Ryu Vs. Ken (por Counter 656 Productions)






Não deixem de visitar o blog das feras que produziram isso também!

Counter 656 Productions

Abraços!