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Thor - The God of Thunder (Nintendo DS)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012



Quando um console chega próximo ao fim de sua jornada, começam os lançamentos pífios, geralmente títulos de fílmes, animações e jogos infantis toscos. Infelizmente, pra mim e pra quem tem o Nintendo DS Lite/DSi, já chegou essa época. São pouquíssimos os jogos que serão lançados daqui pra frente que são títulos de peso.

Thor - The God of Thunder é um exemplo disso. O filme, lançado no início do ano passado, ganhou adaptação multiplataforma, incluindo o DS, em Maio de 2011. A aventura para o portátil é um beat'em up sidescrolling em 2D, no qual você assume o papel do filho de Odin em uma sequência de eventos que são desencadeados por uma invasão de Trolls em Asgard. Apesar dos personagens e do semelhante episódio da invasão de Asgard, a história não segue a mesma do filme, e Thor se deixa conduzir por Loki por uma série de eventos que o levarão aos mundos da mitologia nórdica, como Vanaheim e Niflheim.


Seguindo as características marcantes do herói, Thor não se defende, seu pulo é flutuante e ele luta com o auxílio de seu martelo, Mjolnir. É possível dar golpes especiais de trovões, bater no chão para espallhar os inimigos, quebrar pilastras e jogá-las contra eles, voar de uma tela pra outra, dar combos aéreos e atirar o machado. Esse último recurso, é muito útil, mas pode se tornar uma desvantagem se a tela estiver cheia de Trolls, já que sem o Mjolnir na mão, Thor não executa nenhuma ação de ataque. Cada um dos tipos diferentes de inimigos do jogo, sucumbem a um tipo de ataque específico, e a ausência de variações no combo principal acabam fazendo com que a jogabilidade se torne enjoativa rapidamente.


A arte de maneira geral é muito boa. Os desenhos dos personagens seguem as características dos atores que os representaram no filme, a animação dos sprites é bem fluida, e os efeitos especiais dos golpes e cenários, muito bem desenvolvidos. Existe uma galeria para visualização de artwork com os portraits dos personagens. Conforme vão sendo exibidos no jogo, novos portraits ficam disponíveis para apreciação. Isso foi um extra muito bem vindo, pois são desenhos muito bonitos e bem pintados (e eu sou fã de artwork de jogo).


As fases não apresentam muito mistério, não existem quebra-cabeças (pelo menos não na altura do jogo que estou), mas os inimigos são numerosos e podem dar muita dor de cabeça. Uma das coisas que acaba irritando profundamente é a presença de uns dispositivos que atiram bolas de energia na direção do jogador. Eles não são tão difíceis assim de esquivar e matar. O problema é que o pulo de Thor, como já disse, parece um voo, portanto sua física é diferente. Particularmente, preferiria que ele pudesse pular duas vezes (double jump - pula e no ar dá outro pulo) ao invés desse pulo flutuante que ele tem, porque acaba atrapalhando muitas vezes. Os chefes são o arroz com feijão de jogo sidescrolling (tipo Castlevania). Estudando seu ciclo de ações, fica fácil acabar com ele, basta observar e descobrir quando contra atacar.

Ainda não cheguei ao final do jogo, mas pelo save do meu irmão, imagino que não seja muito extenso (ele é meio viciado, eu sei, mas zerou com 4h 30m). Por conta da sua divisão em capítulos e atos, dá pra jogar relativamente rápido. O save automático contribui, principalmente por ser um jogo para portátil.



De maneira geral, acho que o jogo perde um pouco pra Spiderman: Shattered Dimensions, por exemplo, que tem uma animação mais dinâmica, e muito mais ações e combos pra se fazer, mas ainda assim Thor: The God of Thunder é um bom título pra DS, que funciona como uma quebra na minha opinião de que todo jogo de filme é ruim. Me surpreendeu bastante e estou gostando de jogá-lo.

Pra quem curtiu e ficou curioso, vou deixar um bônus:

Download: Thor - The God of Thunder

Nintendogs (Nintendo DS)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012


Tá aí, uma coisa que eu só experimentei por obrigação. Desde que comprei o DS, nunca tinha me interessado por esse jogo de birra, porque todos sabem que é um dos jogos símbolos de gamers casuais, principalmente mulheres, e eu tenho muita raivinha desses preconceitos "gamisticos". Mas esses dias meu irmão estava aqui, e de repente eu comecei a ouví-lo gritando: "Senta Hunter! Dá a patinha Hunter! Hunter! Fiu~Fiu~!" Sim, ele estava falando com o DS dele e quando cheguei perto pra ver o que era, tinha um filhotinho de labrador na tela, todo serelepe pulando pra lá e pra cá, com pulgas, sem dar a mínima pros comandos. Ainda fiz questão de sacanear meu irmão: "Pô, você tá chamando um cachorro virtual em português! Ele responde?" - a resposta é sim, eles respondem.

Os Caezinhos do Canil \o/ - terrível, eu sei. ¬¬"

Depois de muita insistência do meu irmão por conta de um tal de Bark Mode (uma opção multiplayer) coloquei uma versão do Nintendogs no meu DS (a mesma que ele tinha instalada no dele, pra podermos testar a opção multiplayer). Era o Nintendogs: Labrador & Friends. Tudo começa com o jogador em um canil, com uma quantidade específica de dinheiro a disposição pra fazer a compra do seu primeiro filhote. Nesse título, as raças disponíveis inicialmente são: Labrador Retriever, Miniature Schnauzer, Toy Poodle, Pembroke Welsh Corgi, Miniature Pinscher e Shiba Inu. O interessante desse primeiro momento é que sempre que você opta por uma raça, existe a disponibilidade de escolher entre três cães com sexo e características diferentes. Por exemplo: você tem poodles pretos e brancos, uns mais ativos, outros mais tranquilos, específicos para treinadores experientes ou não.

Opções de Poodles, cada filhote com sua característica gerada de modo randômico.

A partir da escolha, o jogador deve levar o filhote pra casa e ensiná-lo seu nome entre outras coisas. É aí que começa a parte chata. Para ensinar o nome e truques para o cãozinho, deve-se falar em voz alta utilizando o microfone do portátil para gravar o comando. Você diz em alto e bom som o nome do cão, repetidas vezes (até demais) até que ele aprenda. Funciona como um gravador. Se o padrão de som for diferente do primeiro em entonação, o cão não irá reconhecer. O problema é que assim que você ensina o nome, deve ficar repetindo diversas vezes para que ele não esqueça. O meu esqueceu duas vezes e só isso me desgastou do jogo.

Truques são ensinados com a utilização do comando de voz e a touch screen por meio de comandos gestuais. Com o uso da stylus o jogador pode, por exemplo, tocar a cabeça do filhote e arrastá-la ao chão para que ele sente, e em seguida falar o comando "sit" e assimilá-lo ao movimento que o cachorro acabou de executar. Como é um gravador, é possível registrar comandos em sua língua nativa - eu mesma registrei "senta!". Existe também um caderninho de truques no qual o jogador pode escrever os comandos que já foram aprendidos pelo filhote para não esquecer depois.

O jogo é desenvolvido em 3D e mesmo com a baixa possibilidade gráfica do Nintendo DS os filhotinhos conseguem ser mesmo bonitinhos. É necessário acariciar o cachorro para recompensá-los e demonstrar afeto, e ele responde ao toque nas mais diversas partes com animações de acordo. Quando se passa a stylus na orelha, ela abaixa; se pega na patinha e arrasta, ela levanta; se passa a mão no pescoço, o cachorrinho levanta a cabeça e faz cara de satisfeito! É assustadoramente fofo!

Meu filhote de Shiba Inu. Era pra se chamar Mordekai em homenagem ao personagem de Apenas um Show, mas não coube... XD


É perfeito para ensinar aquele senso de responsabilidade para crianças, pois diferente de um Tamagochi, tem-se agora uma representação fiel de um animal real, sem sujeira em casa e dor de cabeça - muito embora as pessoas fiquem gritando os comandos o tempo todo. Não tenho condições de dizer até que ponto vão doenças e a morte do mascote, nem se existem, porque não dei continuidade ao jogo. Confesso que essa história de ficar gritando na frente do DS não me anima muito, apesar de o jogo ser no mínimo interessante. Enfim, de maneira geral, posso dizer que é um título que surpreende e que não é a toa que algumas de suas mais diversas versões estão na lista dos jogos escolhidos pelo editor na IGN.

As outras versões do jogo pra Nintendo DS são:

Nintendogs: Chihuahua & Friends
 - Chihuahua
 - German Shepherd Dog
 - Boxer
 - Cavalier King Charles Spaniel
 - Yorkshire Terrier
 - Shetland Sheepdog

Nintendogs: Dachshund & Friends
 - Miniature Dachshund
 - Golden Retriever
 - Beagle
 - Pug
 - Siberian Husky
 - Shin Tzu

E por hoje é só. Espero que tenham gostado do post. Pra quem curte esse tipo de jogo, é um prato cheio!

Até a próxima.


Skin NDS - Wolverine

domingo, 22 de janeiro de 2012

Meu irmão me fez a encomenda de uma outra skin pro NDS dele, com imagens do Wolverine. Não quis muito arriscar com cores, porque não sei muito bem o gosto dele, mas sei que de preto ele gosta. Então praticamente fiz uma derivação da skin do Metallica que já fiz upload no blog outro dia. Saiu assim:


Download: Wolverine Skin

Duas skins upadas hoje, apesar da do Bomberman já ter sido feita há alguns dias.
Quem gostar, pode compartilhar com os amigos a vontade, os links estão todos aí.

Até a próxima!

Skin NDS - Bomberman

Me deu vontade de fazer essa skin depois que enjoei de usar a do Neku e a da Lady Cloche. Como estava jogando super empolgadamente Bomberman Land Touch! resolvi fazer uma com o personagem principal, o Bomberman Branco, chamado nessa nova versão do game de Cheerful White - nossa, que meigo!


Estou usando ela agora no meu NDS. Foi bacana porque me propus a não só recortar imagens de baixa qualidade, mas sim vetorizar todos os elementos, desde o personagem principal, ao padrão de repetição usado no fundo. A tela de baixo ficou com a legibilidade um pouco prejudicada na parte onde não há o highlight da rom selecionada, mas ainda assim gostei do resultado. =P



Superação...

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

... é quando um(a) viciado(a) bate seus próprios recordes!

Antes de ontem estava distraída jogando Tetris DS enquanto baixava um jogo no Steam, quando meu irmão me chamou pra assistir uns episódios de Avatar (The Last Airbender). Estava jogando tão viciadamente, que fui obrigada a suicidar pra ter que desligar o DS e ir assistir.

Meu recorde no Tetris era level 103. Já achava isso o máximo, mas nesse dia, putz, eu me superei, viu! E antes que digam "Mi mi mi... pictures or it never happened!", aí vai a prova do crime:

Essa tela prova qual era o High score anterior (meu mesmo)!

Level 150!!! Tá bom... quase! ._.'

Close-up do antigo High score e o demônio que estava por vir! xD~

Depois do suicídio... T^T Best match EVER!
Bom, qualquer dia desses tenho que me concentrar e bater meu próprio recorde de novo! É inaceitável que não tenha chegado ao level 150 de fato! *hunf*

Até a próxima!


Skin NDS - Metallica

Skin que meu irmão pediu que eu fizesse pro recém adquirido Nintendo DS dele. Muito embora ele esteja enfrentando contratempos com o aparelho (que resolveremos em breve, amém!), a skin já está pronta! Só falta ir lá trocar o "binquedo" pra estrear a nova roupa dele! =P


Download: Metallica Skin

Tetris DS...

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

... uma decepção, e um vício!


É assim que eu resumo a versão de Tetris pra Nintendo DS. Depois do desenvolvimento de tantos estilos marcantes, tantos puzzle games com jogabilidade inovadora e viciante, como Kirby's Avalanche e Tetris Attack (ou Panel de Pon, na versão original pra Famicon, que foi reciclada para virar o Tetris do Yoshi ¬¬"), imaginei que a versão pra DS seria maneira, sinistra, djigdin djigdin.

O jogo conta com 6 modos diferentes, que na minha humilde opinião acabam não ajudando muito, porque o único modo que vale mesmo a pena jogar é o versus. Se for contar que é impossível derrotar o Bowser (level 5 e final do modo versus) perde totalmente a graça. Não tem as músicas clássicas do Tetris, ao invés disso, têm um cenário de jogo clássico da Nintendo a cada nível, exceto nos modos puzzle, quest, e o modo do Metroid, que eu nem lembro o nome mais.

O problema é que Tetris é Tetris, não importa a plataforma. Quando era menor e não tinha mais meu Game Boy, era viciada em Brick Game, que nada mais é do que um monte de Tetris repetido e inventado. Viciante como é essa porcaria, todo momento que tenho um tempinho, me pego lá, gastando a vista no jogo.

Nessa última jogada (há alguns minutos atrás, pra ser mais exata), consegui chegar ao final do modo Marathon (o clássico, no qual joga-se por um recorde). 20 níveis, 200 linhas e uma pontuação de 318.228. Diante disso, tive que vir fazer esse post. Já estava ensaiando falar sobre Tetris, mas com minha vitória, não resisti e acabei antecipando o acontecimento! =P

A prova do crime!
Com certeza ficaria mais feliz jogando Tetris contra alguém, desde que não seja online na rede da Nintendo. Um dia calhei de jogar contra um(a) japonês(a) e me arrependi amargamente! ¬¬"

Até a próxima!

Kirby Canvas Curse (Nintendo DS)

terça-feira, 26 de julho de 2011

Ontem perambulando pelo IGN na lista de jogos escolhidos pelo editor descobri um jogo do Kirby muito viciante! É o Kirby Canvas Curse.

O jogo é todo feito para ser jogado com a stylus na touch screen, dispensando o uso de qualquer botão (com exceção do pause =P) . A primeira vista achei que era idêntico a Yoshi Touch & Go! que por sinal eu não consegui jogar mais do que 10 minutos de tão monótono que achei. Imaginei que o Yoshi Touch & Go! fosse uma continuação de Yoshi's Island (SNes), mas infelizmente o jogo não tem nem história, baseando as fases entre momentos de céu e terra, onde você tem que guiar Baby Mario e Yoshi para coletar moedas desenhando nuvens com a stylus.

Gameplay de Yoshi Touch & Go!




O jogo do Kirby é basicamente a mesma coisa, trocando as nuvens por um rabisco arco-íris! O grande diferencial se encontra na jogabilidade que se torna um pouco mais frenética, por causa das dificuldades enfrentadas no design de cada fase, como espinhos, água, pisos de choque, raios laser, canhões e inimigos. Por falar em inimigos, o jogo segue a linha do Kirby Superstar (SNes) oferecendo a possibilidade de que Kirby assuma poderes de seus inimigos através de sua absorção. Cada inimigo confere uma característica diferente à bolinha rosa da Nintendo! xD

O jogo não é tão longo, sendo composto de oito mundos com três fases em cada. Comecei a jogar ontem e hoje já cheguei no último chefe. Por mais incrível que possa parecer, meu jogo não está nem próximo dos 20%. Pelo que li na internet, parece que ainda existem mais 4 personagens pra se jogar, e o jogo só está totalmente completo quando se zera com os 5 personagens coletando todas as medalhas (uma pra cada fase dos oito mundos).

Não preciso nem comentar que adorei o jogo, né? Pra piorar meu fanatismo momentâneo, as fases apresentam belos remixes das BGM's de Kirby's Avalanche, que por sinal é outro jogo que eu amava na minha infância!

Pra quem gosta de dar uma chance aos jogos casuais e é fã desse mascotinho da Nintendo, eu recomendo muito!

Gameplay de Kirby Canvas Curse:


Skin NDS - T.W.E.W.Y (Neku)

domingo, 3 de julho de 2011

Uma outra skin criada hoje com o tema do jogo The World Ends With You para Nintendo DS. O personagem utilizado é o Neku, o principal do jogo.

Preview:



A tela de loading e do menu de start do Acekard não ficaram exatamente como eu gostaria. Mas ainda assim, gostei do resultado.

Funcionando normalmente no Acekard2i - Akaio 1.8.7.
Pra quem curtiu, o link de download:


Abraços \o

Skin NDS - Ar Tonelico 2 (Lady Cloche - Metamorole Model)

sábado, 2 de julho de 2011

Adoro customizar o meu Acekard. Acho que nunca deixei de usar uma skin diferenciada, desde que o comprei. Já foram vários os temas: Paper Mario, Zelda, K-ON!. Mais recentemente, estava usando uma skin linda do Okami, mas ela resolveu dar tilt e parar de exibir minha lista de roms assim, do nada. Aí baixei uma super fofa do Kirby, só que ela não tem relógio, nem calendário. E eu sou super fresca pra essas coisas! Gosto de tudo funcionando lindamente!!!

Daí, metida a besta, fui futucar no Google atrás de como criar minha própria skin. Baixei uns programinhas, abri o Photoshop, e tô mais ou menos desde a madrugada queimando retina fazendo isso, com uma pausa pra dormir, é claro (o que o tédio não faz com uma criatura sozinha dentro de casa =.=")!

Criei uma skin da Lady Cloche (Ar Tonelico 2 - Melody of Metafalica para PS2) usando a fantasia Metamorole Model. Acho que nunca usei tanto rosa em nada na minha vida (não gosto de rosa), mas ficou legalzinha pro primeiro layout.


Preview:



Funcionando perfeitamente no Acekard2i, Akaio 1.8.7.
Pra quem gostou, o link de download:


Tentarei fazer mais skins daqui pra frente! Vou ver se bolo um template pra facilitar a edição, porque essa aí deu muito trabalho! XD

Abraço \o