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Owlboy

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Um troço sobre Owlboy. Faz pouco tempo que conheci esse jogo, mas foi amor à primeira vista. Eu quero muito, muito jogar!


Princess BubbleGUN

terça-feira, 24 de maio de 2016

No post passado eu comentei que tô viciada em um jogo chamado Enter the Gungeon. Se você ficou curioso e foi dar uma olhada no que se tratava, deve ter percebido que apesar do visual bem simples em pixel art, os personagens tem uma pegada bem fofinha, estilo Hora de Aventura, especialmente as balas, que são os soldados rasos do jogo.

Bullet Kin, o soldado mais básico do jogo, e também super fofinho, hehehe.

Além disso, a maioria dos inimigos e itens tem nomes em trocadilhos com armamento pesado, tipo o Beholder, que vira o Beholster (holster significa coldre em inglês). Trocando ideia com meu irmão enquanto jogávamos, foi impossível não chegar à Princess BubbleGUN, dos Bullet Kin, um cross over entre Hora de Aventura e Enter the Gungeon.

Bonibel "Bonnie" Bubblegun, Princesa dos Bullet Kin

Em português o trocadilho vai por água abaixo, com a adaptação de Bubblegum pra Jujuba, hehehe, mas valeu a brincadeira, pois me rendeu o desenho aí em cima! :)

Magical Drop V

sábado, 11 de maio de 2013


Faz muito tempo que não posto no Caixola coisas sobre games. Em parte é porque tenho dedicado pouco tempo a isso, com o estágio, o projeto de graduação e o tempo pros desenhos, em parte porque faltava alguma coisa nos jogos que eu vinha jogando que me fizesse pensar: “cara, as pessoas precisam tomar conhecimento disso”. O último que me provocou esse efeito foi o Terraria, mas na época que estava jogando ele, estive meio reclusa da internet. Mas descobri recentemente alguns jogos pelos quais valem a pena contar história, vamos lá?

Lá em 2011, quando eu participava do NIC as vezes me perdia com meus colegas de trabalho conversando sobre jogos e trocando ideias sobre títulos que conhecíamos. Um dia, conversando sobre Tetris e suas derivações, um amigo comentou sobre um título de Neo Geo chamado Magical Drop.

Curiosa como sou, fui atrás da rom pra emular. Apesar de ter conseguido só a versão Magical Drop II pra jogar no Final Burn Evolution, deu pra ter uma ideia do jogo, que me empolgou  bastante. Só dois anos depois de ter descoberto sobre esse título consegui fazer meu irmão sentar comigo pra jogar por algumas horas e foi amor à primeira vista. Somos muito viciados em jogos puzzle derivados de Tetris (Tetris Attack, Kirby’s Avalanche, Puyo Pop Fever etc.) e a mecânica do Magical Drop veio bem a calhar pra fugir do que já estamos acostumados.


Aconselho pularem pra depois de 7 minutos pra ver mais jogo e menos bla bla bla.

O sistema do jogo é o seguinte: Baseado em Head to Head  você joga sempre contra um oponente, seja a inteligência artificial ou outro jogador. Bolas vão descendo do teto no seu campo e você precisa realizar combinações verticais de no mínimo três bolas da mesma cor para fazer reações. Você controla um bobo da côrte que puxa as bolas da pilha principal e depois atira onde quiser verticalmente, para juntar as bolas e acionar as reações. O jogador pode planejar as reações em cadeia para desenvolver combos (combinações, reações em sequência) e assim aumentar sua pontuação, ao mesmo tempo que aumenta a quantidade de bolas que vão descer na tela do seu oponente pra soterrá-lo. Os critérios de vitória são encher a tela do seu oponente de bolas (provocando muitas reações), ou encher um medidor que se chama quota. Quem encher a tela do oponente ou a quota primeiro, ganha. Existem diversos personagens, baseados em cartas de tarô, que apresentam habilidades diferenciadas em como enviam bolas pro oponente. Ainda não consegui desvendar esse mistério das habilidades, mas compreendo que elas existem porque jogar contra alguns personagens é mais fácil ou mais difícil dependendo do personagem que escolhi pra mim.

Lançado em diversas versões, para os mais variados consoles desde 1995, o jogo obteve uma nova sequência, intitulada Magical Drop V em 2012, e foi anunciado para Computador (PC), Xbox Live (XBLA) e PlayStation Network (PSN). Custa R$ 16,99 no Steam e é diversão garantida!

O remake conta com jogabilidade mutiplayer online e local, com até quatro jogadores na tela e partidas em grupo. Ainda não consegui experimentar todas essas funções, porque parece difícil encontrar gente online pra jogar. Uma grande pena, porque um título desse calibre merece ser amplamente jogado. :3 E é por isso que resolvi mostrar pro mundo a maravilha que é o Magical Drop V. Bora jogar, galera. É muito bom! :P

Deixo o trailer pra sentirem o gostinho.

Concepts irados

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Concepts para o jogo Wakfu da Ankama.

E a minha cara quando vejo esse tipo de coisa:


Só compartilhando um ótimo blog sobre concept art com coisas sobre animações, jogos, filmes e cartoons! Vale a pena acessar!

(via The Concept Art Blog)

Obs.: pra ver a imagem em maior resolução, clica com o direito >> abrir em uma nova guia.

Thor - The God of Thunder (Nintendo DS)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012



Quando um console chega próximo ao fim de sua jornada, começam os lançamentos pífios, geralmente títulos de fílmes, animações e jogos infantis toscos. Infelizmente, pra mim e pra quem tem o Nintendo DS Lite/DSi, já chegou essa época. São pouquíssimos os jogos que serão lançados daqui pra frente que são títulos de peso.

Thor - The God of Thunder é um exemplo disso. O filme, lançado no início do ano passado, ganhou adaptação multiplataforma, incluindo o DS, em Maio de 2011. A aventura para o portátil é um beat'em up sidescrolling em 2D, no qual você assume o papel do filho de Odin em uma sequência de eventos que são desencadeados por uma invasão de Trolls em Asgard. Apesar dos personagens e do semelhante episódio da invasão de Asgard, a história não segue a mesma do filme, e Thor se deixa conduzir por Loki por uma série de eventos que o levarão aos mundos da mitologia nórdica, como Vanaheim e Niflheim.


Seguindo as características marcantes do herói, Thor não se defende, seu pulo é flutuante e ele luta com o auxílio de seu martelo, Mjolnir. É possível dar golpes especiais de trovões, bater no chão para espallhar os inimigos, quebrar pilastras e jogá-las contra eles, voar de uma tela pra outra, dar combos aéreos e atirar o machado. Esse último recurso, é muito útil, mas pode se tornar uma desvantagem se a tela estiver cheia de Trolls, já que sem o Mjolnir na mão, Thor não executa nenhuma ação de ataque. Cada um dos tipos diferentes de inimigos do jogo, sucumbem a um tipo de ataque específico, e a ausência de variações no combo principal acabam fazendo com que a jogabilidade se torne enjoativa rapidamente.


A arte de maneira geral é muito boa. Os desenhos dos personagens seguem as características dos atores que os representaram no filme, a animação dos sprites é bem fluida, e os efeitos especiais dos golpes e cenários, muito bem desenvolvidos. Existe uma galeria para visualização de artwork com os portraits dos personagens. Conforme vão sendo exibidos no jogo, novos portraits ficam disponíveis para apreciação. Isso foi um extra muito bem vindo, pois são desenhos muito bonitos e bem pintados (e eu sou fã de artwork de jogo).


As fases não apresentam muito mistério, não existem quebra-cabeças (pelo menos não na altura do jogo que estou), mas os inimigos são numerosos e podem dar muita dor de cabeça. Uma das coisas que acaba irritando profundamente é a presença de uns dispositivos que atiram bolas de energia na direção do jogador. Eles não são tão difíceis assim de esquivar e matar. O problema é que o pulo de Thor, como já disse, parece um voo, portanto sua física é diferente. Particularmente, preferiria que ele pudesse pular duas vezes (double jump - pula e no ar dá outro pulo) ao invés desse pulo flutuante que ele tem, porque acaba atrapalhando muitas vezes. Os chefes são o arroz com feijão de jogo sidescrolling (tipo Castlevania). Estudando seu ciclo de ações, fica fácil acabar com ele, basta observar e descobrir quando contra atacar.

Ainda não cheguei ao final do jogo, mas pelo save do meu irmão, imagino que não seja muito extenso (ele é meio viciado, eu sei, mas zerou com 4h 30m). Por conta da sua divisão em capítulos e atos, dá pra jogar relativamente rápido. O save automático contribui, principalmente por ser um jogo para portátil.



De maneira geral, acho que o jogo perde um pouco pra Spiderman: Shattered Dimensions, por exemplo, que tem uma animação mais dinâmica, e muito mais ações e combos pra se fazer, mas ainda assim Thor: The God of Thunder é um bom título pra DS, que funciona como uma quebra na minha opinião de que todo jogo de filme é ruim. Me surpreendeu bastante e estou gostando de jogá-lo.

Pra quem curtiu e ficou curioso, vou deixar um bônus:

Download: Thor - The God of Thunder

Itens e Ferramentas

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Há uns três meses aproximadamente, comecei a postar aqui desenhos conceituais pro jogo que está em desenvolvimento no NIC, o qual contribuo basicamente na parte de ilustração e interface.

Para a criação do menu do usuário (inventário do jogador), desenvolvi desenhos definitivos das ferramentas e itens, baseados em alguns rafes que já tinham sido executados anteriormente pelo desenvolvedor do jogo.

Rascunho das armas pelo Chocobis

A partir desses rascunhos, desenvolvi as ilustrações a seguir:
Da esquerda pra direita: pincél, spray (tipo pistolas), e mochila com bazooka de tinta.


Outros desenhos que foram necessários resolver foram um parafuso (item colecionável) e um escudo (item adquirido através de compra).




Com isso, as ilustrações pro menu de usuário estão quase concluídas. Faltam alguns detalhes só.

Até a próxima.

Nintendogs (Nintendo DS)

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012


Tá aí, uma coisa que eu só experimentei por obrigação. Desde que comprei o DS, nunca tinha me interessado por esse jogo de birra, porque todos sabem que é um dos jogos símbolos de gamers casuais, principalmente mulheres, e eu tenho muita raivinha desses preconceitos "gamisticos". Mas esses dias meu irmão estava aqui, e de repente eu comecei a ouví-lo gritando: "Senta Hunter! Dá a patinha Hunter! Hunter! Fiu~Fiu~!" Sim, ele estava falando com o DS dele e quando cheguei perto pra ver o que era, tinha um filhotinho de labrador na tela, todo serelepe pulando pra lá e pra cá, com pulgas, sem dar a mínima pros comandos. Ainda fiz questão de sacanear meu irmão: "Pô, você tá chamando um cachorro virtual em português! Ele responde?" - a resposta é sim, eles respondem.

Os Caezinhos do Canil \o/ - terrível, eu sei. ¬¬"

Depois de muita insistência do meu irmão por conta de um tal de Bark Mode (uma opção multiplayer) coloquei uma versão do Nintendogs no meu DS (a mesma que ele tinha instalada no dele, pra podermos testar a opção multiplayer). Era o Nintendogs: Labrador & Friends. Tudo começa com o jogador em um canil, com uma quantidade específica de dinheiro a disposição pra fazer a compra do seu primeiro filhote. Nesse título, as raças disponíveis inicialmente são: Labrador Retriever, Miniature Schnauzer, Toy Poodle, Pembroke Welsh Corgi, Miniature Pinscher e Shiba Inu. O interessante desse primeiro momento é que sempre que você opta por uma raça, existe a disponibilidade de escolher entre três cães com sexo e características diferentes. Por exemplo: você tem poodles pretos e brancos, uns mais ativos, outros mais tranquilos, específicos para treinadores experientes ou não.

Opções de Poodles, cada filhote com sua característica gerada de modo randômico.

A partir da escolha, o jogador deve levar o filhote pra casa e ensiná-lo seu nome entre outras coisas. É aí que começa a parte chata. Para ensinar o nome e truques para o cãozinho, deve-se falar em voz alta utilizando o microfone do portátil para gravar o comando. Você diz em alto e bom som o nome do cão, repetidas vezes (até demais) até que ele aprenda. Funciona como um gravador. Se o padrão de som for diferente do primeiro em entonação, o cão não irá reconhecer. O problema é que assim que você ensina o nome, deve ficar repetindo diversas vezes para que ele não esqueça. O meu esqueceu duas vezes e só isso me desgastou do jogo.

Truques são ensinados com a utilização do comando de voz e a touch screen por meio de comandos gestuais. Com o uso da stylus o jogador pode, por exemplo, tocar a cabeça do filhote e arrastá-la ao chão para que ele sente, e em seguida falar o comando "sit" e assimilá-lo ao movimento que o cachorro acabou de executar. Como é um gravador, é possível registrar comandos em sua língua nativa - eu mesma registrei "senta!". Existe também um caderninho de truques no qual o jogador pode escrever os comandos que já foram aprendidos pelo filhote para não esquecer depois.

O jogo é desenvolvido em 3D e mesmo com a baixa possibilidade gráfica do Nintendo DS os filhotinhos conseguem ser mesmo bonitinhos. É necessário acariciar o cachorro para recompensá-los e demonstrar afeto, e ele responde ao toque nas mais diversas partes com animações de acordo. Quando se passa a stylus na orelha, ela abaixa; se pega na patinha e arrasta, ela levanta; se passa a mão no pescoço, o cachorrinho levanta a cabeça e faz cara de satisfeito! É assustadoramente fofo!

Meu filhote de Shiba Inu. Era pra se chamar Mordekai em homenagem ao personagem de Apenas um Show, mas não coube... XD


É perfeito para ensinar aquele senso de responsabilidade para crianças, pois diferente de um Tamagochi, tem-se agora uma representação fiel de um animal real, sem sujeira em casa e dor de cabeça - muito embora as pessoas fiquem gritando os comandos o tempo todo. Não tenho condições de dizer até que ponto vão doenças e a morte do mascote, nem se existem, porque não dei continuidade ao jogo. Confesso que essa história de ficar gritando na frente do DS não me anima muito, apesar de o jogo ser no mínimo interessante. Enfim, de maneira geral, posso dizer que é um título que surpreende e que não é a toa que algumas de suas mais diversas versões estão na lista dos jogos escolhidos pelo editor na IGN.

As outras versões do jogo pra Nintendo DS são:

Nintendogs: Chihuahua & Friends
 - Chihuahua
 - German Shepherd Dog
 - Boxer
 - Cavalier King Charles Spaniel
 - Yorkshire Terrier
 - Shetland Sheepdog

Nintendogs: Dachshund & Friends
 - Miniature Dachshund
 - Golden Retriever
 - Beagle
 - Pug
 - Siberian Husky
 - Shin Tzu

E por hoje é só. Espero que tenham gostado do post. Pra quem curte esse tipo de jogo, é um prato cheio!

Até a próxima.


Skin NDS - Wolverine

domingo, 22 de janeiro de 2012

Meu irmão me fez a encomenda de uma outra skin pro NDS dele, com imagens do Wolverine. Não quis muito arriscar com cores, porque não sei muito bem o gosto dele, mas sei que de preto ele gosta. Então praticamente fiz uma derivação da skin do Metallica que já fiz upload no blog outro dia. Saiu assim:


Download: Wolverine Skin

Duas skins upadas hoje, apesar da do Bomberman já ter sido feita há alguns dias.
Quem gostar, pode compartilhar com os amigos a vontade, os links estão todos aí.

Até a próxima!

Skin NDS - Bomberman

Me deu vontade de fazer essa skin depois que enjoei de usar a do Neku e a da Lady Cloche. Como estava jogando super empolgadamente Bomberman Land Touch! resolvi fazer uma com o personagem principal, o Bomberman Branco, chamado nessa nova versão do game de Cheerful White - nossa, que meigo!


Estou usando ela agora no meu NDS. Foi bacana porque me propus a não só recortar imagens de baixa qualidade, mas sim vetorizar todos os elementos, desde o personagem principal, ao padrão de repetição usado no fundo. A tela de baixo ficou com a legibilidade um pouco prejudicada na parte onde não há o highlight da rom selecionada, mas ainda assim gostei do resultado. =P



Jogando no PC

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pra quem tiver paciência de ler, o relato de uma experiência frustrada e a solução pra tudo!
Desde o nosso primeiro computador (datado de 2001) se tem uma coisa que não falta instalado aqui em casa são jogos, principalmente emuladores. Mesmo enquanto ainda tínhamos o console do Super Nintendo em casa em plena atividade, já emulávamos alguns jogos que nunca conseguimos ver nas mãos em cartucho, como Dragon Ball Z Hyper Dimension, Dragon Ball Z, Sailor Moon, Seiken Densetsu 3 (a.k.a Secret of Mana 2 não oficialmente nos EUA) entre quinhentos outros RPGs e jogos que havíamos jogado há décadas e não conseguíamos mais encontrar.


No início de 2011, quando resolvi mudar de desk pra laptop, uma das primeiras coisas que pensei foi: "Como vou jogar com meus irmãos e amigos só no teclado?" Além de não acomodar muito bem duas pessoas na frente de um laptop, se quebrar o teclado, era uma vez, e olha, já foram muitos teclados avariados pela jogatina de Tetris Attack e alguns outros títulos de Game Boy Advance.


Pensando nisso e em manter a jogatina no PC, logo adquiri um par de controles da Leadership Gamer. Os USB Small PC me custaram no Kabum míseros R$9,90 cada mais o frete. Extremamente barato para o que se pretendia (jogar SNes, M.A.M.E, PSX e Mega Drive). Apesar dos botões um pouco duros e barulhentos, ficamos muito satisfeitos com a possibilidade de jogar com controles no PC depois de anos jogando somente no teclado. Foi muito bom jogar Guilty Gear e os vários beat'em up de Arcade. Foi justamente por aí que comecei a ficar insatisfeita. Os controles começaram a apresentar conflitos na hora de emular Dungeons and Dragons no CPS-1, e não era compatível com o jogo pra PC que eu estava mais interessada em jogar multiplayer na época, Trine. Tive que me conformar, mas tinha em mente que na primeira oportunidade, iria adquirir joysticks melhores, de preferência com analógicos.


Leadership USB Small PC: perfeito pra você que não tem muitas expectativas.
Essa idéia foi ficando cada vez mais enraizada na minha cabeça quando comprei o primeiro Humble Bundle (Humble Frozen Synapse Bundle) que continha jogos compatíveis com controles incluindo opções de cooperação local (ex.: Shadowgrounds, Shadowgrounds: Survivor e o próprio Trine), mas não compatíveis com os meus.


Depois disso sosseguei um pouco com os jogos por conta das atividades universitárias, mas nesse fim de ano foram lançados tantos Bundles de jogos independentes e tantas promoções no Steam, que acabei adquirindo mais jogos do que jamais imaginei! Muitos deles compatíveis com controles, mas não com os que eu tinha. Pra completar, meu irmão mais velho tem vindo muito aqui em casa nessas férias e acabamos experimentando a oportunidade de jogar jogos com mais de 2 jogadores, o que nunca tinhamos feito aqui em casa! Foi uma experiência muito maneira!


Isso tudo culminou com a difícil decisão de adquirir um controle decente que fosse a solução pra todos os meus problemas! Depois de muito pensar resolvi investir em um controle oficial do Xbox 360 com fio e entrada USB. Fiz a compra pelo Wal-Mart semana passada e recebi hoje o produto. Fiz um teste nos jogos que eu tinha no PC e alguns emuladores também e o saldo é: va-leu-ca-da-cen-ta-vo! Compatibilidade garantida pra todos os jogos compatíveis com controle que arrumei recentemente e funciona perfeitamente com os emuladores também. A parte ruim é que pra quem está há mais de 10 anos jogando com o modelo da Sony, o estranhamento dos gatilhos, do posicionamento do analógico esquerdo e do digital, os nomes dos botões, e até mesmo o formato ergonômico do controle é grande.


Nova vida de jogatina a frente! =P
Bom, esse post é mais um daqueles exemplos de que o barato sai caro, e que as vezes vale mais a pena investir um pouco mais em algo que você realmente gosta pra não ter dores de cabeça.


Obrigado a quem teve paciência de ler, e até a próxima!

Superação...

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

... é quando um(a) viciado(a) bate seus próprios recordes!

Antes de ontem estava distraída jogando Tetris DS enquanto baixava um jogo no Steam, quando meu irmão me chamou pra assistir uns episódios de Avatar (The Last Airbender). Estava jogando tão viciadamente, que fui obrigada a suicidar pra ter que desligar o DS e ir assistir.

Meu recorde no Tetris era level 103. Já achava isso o máximo, mas nesse dia, putz, eu me superei, viu! E antes que digam "Mi mi mi... pictures or it never happened!", aí vai a prova do crime:

Essa tela prova qual era o High score anterior (meu mesmo)!

Level 150!!! Tá bom... quase! ._.'

Close-up do antigo High score e o demônio que estava por vir! xD~

Depois do suicídio... T^T Best match EVER!
Bom, qualquer dia desses tenho que me concentrar e bater meu próprio recorde de novo! É inaceitável que não tenha chegado ao level 150 de fato! *hunf*

Até a próxima!


Skin NDS - Metallica

Skin que meu irmão pediu que eu fizesse pro recém adquirido Nintendo DS dele. Muito embora ele esteja enfrentando contratempos com o aparelho (que resolveremos em breve, amém!), a skin já está pronta! Só falta ir lá trocar o "binquedo" pra estrear a nova roupa dele! =P


Download: Metallica Skin

Naruto com Game Maker

domingo, 23 de outubro de 2011

Embora não seja grande fã da série de mangá Naruto, nem dos seus produtos (animes, jogos, etc.) acho bacana as coisas relacionadas a ninjas. Sempre gostei dos estilos, armas, roupas. É um fanatismo que vem da infância, então não sei muito bem explicar o motivo. Outro dia, andando por sites de sprites na web, vi uns bem bacanas de jogos do Naruto pra Game Boy Advance.

Peguei o jogo do GBA pra olhar e achei bastante razoável. Como existem muitos sprite sheets desse jogo (que se chama Naruto Ninja Council 2), resolvi começar a brincar de fazer alguma coisa sobre o tema no Game Maker, pra ter com o que desenvolver os conhecimentos recém adquiridos com o Game Maker's Apprentice.

Claro que tive que escolher o que o personagem iria fazer, porque ainda não sei desenvolver a programação pra combos e tudo o mais. Aliás, lembrando bem da minha noite de sexta-feira, já foi um custo bem grande conseguir fazê-lo correr pra esquerda e direita e pular também com a transição correta de sprites. =P

Quando foi sábado, inventei que colocaria a opção pro jogador escolher entre os três personagens principais: Naruto, Sasuke ou Sakura. Programei todos basicamente iguais ao Naruto e, futuramente, pretendo fazer com que a jogabilidade entre os três seja ligeiramente diferente, pra não ficar só uma mudança de sprites a escolha de personagens. Então, sem mais enrolação, aqui vão as primeiras imagens da minha mais nova invenção de moda. Vai ser algo que vou levar devagar, no meu ritmo, refinando aos poucos com o crescimento do meu conhecimento na ferramenta (Game Maker) e dos métodos (programação).




As quatro imagens acima ainda não fazem parte da programação do jogo.
São previews da tela de start e seleção de personagens
desenvolvidos no Photoshop pra demonstração do que pretendo.



Imagens in game dos três personagens.

Vamos ver onde consigo chegar com isso!

Até a próxima!

Tetris DS...

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

... uma decepção, e um vício!


É assim que eu resumo a versão de Tetris pra Nintendo DS. Depois do desenvolvimento de tantos estilos marcantes, tantos puzzle games com jogabilidade inovadora e viciante, como Kirby's Avalanche e Tetris Attack (ou Panel de Pon, na versão original pra Famicon, que foi reciclada para virar o Tetris do Yoshi ¬¬"), imaginei que a versão pra DS seria maneira, sinistra, djigdin djigdin.

O jogo conta com 6 modos diferentes, que na minha humilde opinião acabam não ajudando muito, porque o único modo que vale mesmo a pena jogar é o versus. Se for contar que é impossível derrotar o Bowser (level 5 e final do modo versus) perde totalmente a graça. Não tem as músicas clássicas do Tetris, ao invés disso, têm um cenário de jogo clássico da Nintendo a cada nível, exceto nos modos puzzle, quest, e o modo do Metroid, que eu nem lembro o nome mais.

O problema é que Tetris é Tetris, não importa a plataforma. Quando era menor e não tinha mais meu Game Boy, era viciada em Brick Game, que nada mais é do que um monte de Tetris repetido e inventado. Viciante como é essa porcaria, todo momento que tenho um tempinho, me pego lá, gastando a vista no jogo.

Nessa última jogada (há alguns minutos atrás, pra ser mais exata), consegui chegar ao final do modo Marathon (o clássico, no qual joga-se por um recorde). 20 níveis, 200 linhas e uma pontuação de 318.228. Diante disso, tive que vir fazer esse post. Já estava ensaiando falar sobre Tetris, mas com minha vitória, não resisti e acabei antecipando o acontecimento! =P

A prova do crime!
Com certeza ficaria mais feliz jogando Tetris contra alguém, desde que não seja online na rede da Nintendo. Um dia calhei de jogar contra um(a) japonês(a) e me arrependi amargamente! ¬¬"

Até a próxima!

Game Maker

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Faz uma cara já que não posto nada no blog. Desde o Leon que estou enfrentando uma penca de contratempos. Caí meio adoentada semana passada, e essa semana já foi bem cheia de trabalho de novo. Mas cá estou eu, novamente, firme e forte, postando coisas com as quais estou realmente empolgada. E a bola da vez é o Game Maker!

Nossa próxima quest na disciplina de Estudo e Concepção de Jogos é o design de level para jogos eletrônicos. Como estou pensando em fazer com a engine do Game Maker, resolvi vasculhar na internet boas referências! Desde a disciplina de Multimídia I que já sabia da existência de um livro sobre o assunto, feito for dummies, chamado The Game Maker's Apprentice, mas nunca tinha encontrado disponível na web. Nada que um ano não resolva! Não só encontrei o livro em PDF como encontrei nos torrents o CD que acompanha a publicação.


De minha parte é uma bibliografia altamente recomendada. Você realmente se sente um desenvolvedor de jogos com ele em mãos. A proposta é programar um jogo por capítulo, e aprender aos poucos um nível a mais na linguagem de programação da engine. Dois dias de estudos já me renderam dois jogos. Uma vez que você começa a fazer a tarefa, é difícil largar pra lá.

Quem se interessar pelo material pode fazer o download do material pelo Megaupload clicando no link a seguir.

The Game Maker's Apprentice (Livro em PDF) - Download
The Game Maker's Apprentice (CD)  - Download


Devido ao fechamento do site de compartilhamento Megaupload na última quinta-feira (19/01/2012) os links não se encontram mais disponíveis para download. Em breve haverá atualização em outro host.

Até a próxima!

ECA - Concepts (parte 01)

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Como eu havia dito há alguns posts atrás, estou participando do desenvolvimento de um jogo no NIC. Ele tem como principal objetivo ensinar a crianças e adolescentes o conteúdo de seu estatuto. Sendo assim, é um jogo voltado para o público infantil (mais especificamente alunos da sexta série do ensino fundamental).

A arte conceitual para o primeiro personagem do jogo começou há aproximadamente duas semanas. Essa é a primeiríssima vez que me envolvo com algo dessa natureza. Estou gostando muito de ter um propósito para voltar a pesquisar e estudar desenho.

Os primeiros concepts feitos por mim vocês podem conferir a seguir:

Esse primeiro rascunho foi feito antes do briefing com a equipe, só pra organizar as minhas idéias sobre como eu imaginava o personagem.


Esses rascunhos foram feitos a partir de reunião com a equipe e definição dos aspectos básicos do personagem, tais como proporção, roupas, etc. A estética proposta era de personagem com mãos e pés exagerados para se tornar cômico. A inspiração era o personagem Kirby, da Nintendo.


Nesse terceiro rascunho tomamos como base a arte do jogo Castle Crashers, da produtora independente The Behemoth, adotando como possibilidade um personagem com mãos e pés em proporções menos exageradas, dando maiores possibilidades de articulação ao personagem. Adotamos também o pincél em proporções exageradas para dar o aspecto cômico pretendido ao personagem. Também é possível ver a utilização de outras duas ferramentas de batalha que estarão disponíveis para o jogador. São elas "pistolas de spray" e uma "bazooka de tinta".

Esses foram os rascunhos passados para a equipe que produzirá os sprites. Não vejo a hora de ver "meu filho" animado na tela! =D

Espero que gostem do trabalho e em breve outros concepts!

Até a próxima!

Dad 'n Me

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Desde a última semana tenho me envolvido mais com desenho. Estou fazendo parte de um grupo que está desenvolvendo um jogo e finalmente tive a oportunidade de colocar minhas mãos no desenvolvimento de personagens, coisa que sempre tive um sonho infantil de fazer. Mesmo em toda minha insegurança pra desenhar, tem sido bastante divertido, principalmente na busca pelas referências visuais.

Dentre essas referências surgiu Castle Crashers, jogo desenvolvido pela produtora independente The Behemoth para a Xbox Live e posteriormente para Playstation 3. Gostei muito do visual do game, de poder ver parte do processo de criação da animação de alguns chefões e pensei: "Não é possível que esse Dan Paladin não tem um deviant ART ou uma galeria na internet!"

Caçando, descobri o seu perfil dentro do Newgrounds.com e lá descobri o jogo Dad 'n Me. Se você acha que já viu tudo em matéria de beat 'em up, precisa jogar esse jogo. Apelativo, hilário, desenhos e animação fluidos e divertidos, recomendo pra qualquer pessoa que esteja estressada com qualquer coisa!

O jogo tem até combo!

E pisão em quem tá arreado no chão!

Então... os interessados podem encontrar essa belezura no link a seguir:


Meu gameplay

Meu parecer:
O jogo é realmente muito doido, mas apesar de divertido, é muito difícil, principalmente pelos controles. Os inimigos são bastante ariscos (afinal, ninguém quer tomar porrada pra um patolão-briguento-estraga-prazeres), e os controles (andar com as setas, bater com as teclas A e S) não me ajudam em nada.

Tirando isso, nota 100 pra essa loucura toda aí! XD

Até a próxima!

God of War (Playstation 2)

domingo, 21 de agosto de 2011

Na última semana tivemos como tarefa de casa pra disciplina de Estudo e Concepção de Jogos fazer a análise de um jogo eletrônico. No sorteio lá, acabamos (Nane e eu) ficando por conta de analisar God of War para Playstation 2.

Capa norte-americana de God of War (Playstation 2).

Sempre tive muita resistência em jogar esse jogo, e o motivo é pessoal e preconceituoso: não gosto do personagem principal - o Kratos. Acontece que esse meu preconceito acabou sendo vencido pelo jogo de maneira geral. Tanto a jogabilidade quanto a história e os gráficos me deixaram com muita vontade de jogar a série.

Devo agradecer à obrigação do dever de casa a possibilidade de entrar em contato com mais um clássico dos games que eu evitei de jogar de propósito por muito tempo. ^^

Vou tentar fechar os olhos pro machismo envolvido no jogo e tentar aproveitá-lo! xD

Até a próxima!

Stop Motion Animal!

sábado, 13 de agosto de 2011

Um amigo postou ontem no Twitter uma animação em stop motion muito bem produzida. Fui futucando o trabalho do artista e descobri um blog no qual ele posta sobre os processos de produção.

Pra qualquer um que aspira trabalhar nessa área e para os curiosos como eu, que simplesmente admiram um trabalho bem feito, vale a pena conferir!

Street Fighter stop motion: Ryu Vs. Ken (por Counter 656 Productions)






Não deixem de visitar o blog das feras que produziram isso também!

Counter 656 Productions

Abraços!